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sábado, 16 de julho de 2011
quinta-feira, 14 de julho de 2011
Rio de Janeiro em alerta!
DIA 25 de julho, reunião horizontal do Núcleo Biolutas do PT do Rio de Janeiro, para apresentar e debater texto, que será divulgado ao mundo, sobre a Prefeitura fascista do Rio de Janeiro e sua política de choque de ordem nos pobres. Av 13 de maio nº 13, 8º andar, no auditório Barbosa Lima Sobrinho do Sindicato dos Administradores.
"MEGAEVENTOS, DOUTRINA DO CHOQUE E A SUBMISSÃO DO RIO"
Em 30 de outubro de 2007, a FIFA ratificou o Brasil como país-sede da Copa do Mundo de 2014. Em maio de 2009, a cidade do Rio de Janeiro foi confirmada para receber a partida final do evento, que acontecerá no estádio do Maracanã. Em 2 de outubro do mesmo ano, o Rio também foi selecionado, desta vez pelo COI, como sede dos Jogos Olímpicos de 2016. O entusiasmo e o ufanismo tomaram conta do noticiário, reforçando o discurso dominante que o Brasil vive o melhor momento de sua história. A Cidade Maravilhosa, "cidade global" segundo os urbanistas, tornou-se o balão de ensaio desse novo Brasil-potência, síntese mitificada da nova brasilidade, assumindo lugar semelhante à da Brasília dos anos 1960.
Em 1º de janeiro de 2009, Eduardo Paes, do PMDB, tomou posse como prefeito da cidade do Rio de Janeiro. A aliança ao redor dele reúne o governo do estado chefiado por Sérgio Cabral, do mesmo partido, e a administração federal encabeçada pelo PT, num portentoso consenso tri-governamental. No primeiro ano de seu mandato, Paes iniciou um conjunto de ações denominado "Choque de Ordem". Em coordenação de órgãos e governos, o "choque de ordem" reprime o trabalho informal, remove moradores de ruas, ajuda a despejar ocupações de sem tetos e ocupa permanentemente posições estratégicas, contra a "indisciplina urbana".
Desde 2010, invocando os megaeventos, o "choque de ordem" está focado na implantação de grandes complexos viários por toda a cidade, mediante iniciativas como a TransOeste, TransCarioca e TransOlímpica.
Não custa lembrar que a "doutrina do choque" começou como tortura psiquiátrica, passou à esfera militar, foi usada como arma política contra inimigos ideológicos e, agora, chegou ao Rio de Janeiro no melhor espírito olímpico.
Se a urbanização das favelas e a regularização fundiária tomaram 30 anos de lutas pelo direito à moradia e à cidade, tais conquistas estão sendo desprezadas e destruídas em questão de meses. Pobres têm sido removidos sem compensação minimamente equivalente, de modo truculento, amiúde na calada da noite, para áreas distantes das comunidades onde viviam há décadas. Projetos de revitalização fabricam ainda mais sem tetos. Camelódromos históricos são desmontados, as mercadorias ilegalmente confiscadas, os ambulantes expulsos na ponta do cassetete. Empreendimentos culturais "criativos" mascaram a privatização da cultura metropolitana, em favor de grandes conglomerados da mídia e entretenimento. Na base da canetada, os projetos de engenharia e urbanismo aceitam tudo, a título de modernização, disciplinamento e pacificação.
Está em curso a submissão da cidade aos imperativos da especulação imobiliária. Pretendem convertê-la em "cidade global", enquadrada às demandas e fluxos do capitalismo globalizado, sem espaço para os negros, os quilombolas, os jovens sem trabalho, os camelôs, os sem tetos, os precários. Se a exclusão sistemática e a violência contra os pobres vêm da história escravocrata da cidade, só agora galgou o status de "consenso". Essa política de fascismo à carioca não respeita sequer servidores do próprio estado, como os bombeiros tachados de "vândalos" pelo governador Sérgio Cabral.
Neste contexto, surpreende, da parte de setores que se identificam como esquerda, um discurso de interesse público e até mesmo socialista (!), manobrado para "limpar" as ruas e comunidades, e empurrar os pobres cada vez mais para fora da metrópole que construíram. Em meio a bandeiras vermelhas misturadas nesse consenso, Marx ressente-se, pois segue a desvalorização do homem na sua submissão à expansão de riqueza como capital. O redesenvolvimento urbano do Rio, desigual e expropriatório, somente tem sido criticado por setores minoritários da esquerda, virtualmente isolados em meio ao monolítico bloco de governos e aliados empresariais, com seus gigantescos recursos políticos e econômicos.
Nesse contexto, é lamentável a desmontagem do Núcleo de Terras e Habitação (NUTH) da Defensoria Pública do Rio de Janeiro. Muito próximo dos movimentos sociais, vinha defendendo direitos coletivos e difusos das populações afetadas pelo trator "progressista". Sob a gestão do novo defensor público geral, Nilson Bruno, se tornou inviável a continuidade do trabalho de defensores combativos, dissolvendo a parceria direta entre o órgão e os movimentos sociais. Como consequência, levantaram-se ainda mais barreiras para a efetiva prestação da tutela jurídica aos prejudicados pelo desenvolvimento.
Não adianta prolongar em demasiado discussões teóricas, quando o presente range de conflito e urge por ações concretas. Bertold Brecht certa vez disse que chega uma hora nas lutas que se deve aceitar uma formulação rude, mesmo grosseira. Diante da anemia crítica na imprensa e dentro do bloco de poder, é preciso continuar insurgindo-se com os resistentes, continuar produzindo redes e mídias contra o consenso dominante. E contestar alianças ditas "estratégicas", sob a desculpa universal da "correlação de forças", que negam e desacreditam toda a cultura de esquerda por alguns professada.
NÚCLEO BIOLUTAS DO PARTIDO DOS TRABALHADORES DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO."
quarta-feira, 13 de julho de 2011
Leiam o manifesto
ÚLTIMA PLENÁRIA PARA ACLAMAÇÃO DO MANIFESTO
NA PRÓXIMA TERÇA-FEIRA, ÀS 19H, ACONTECERÁ A ÚLTIMA PLENÁRIA ANTES DA MANIFESTAÇÃO CONTRA A FALTA DE PROGRAMAS E POLÍTICAS CULTURAIS DO GOVERNO FEDERAL.
LEIA O MANIFESTO (CLICANDO AQUI) E NÃO DEIXE DE COMPARECER AO ENCONTRO NO STUDIO 184 (PRAÇA ROOSEVELT, Nº 184) PARA SABER A DATA, HORÁRIO E LOCAL DA GRANDE MANIFESTAÇÃO.
TRABALHADORES DA CULTURA, É HORA DE PERDER A PACIÊNCIA!
TRABALHADORES DA CULTURA, É HORA DE PERDER A PACIÊNCIA!
terça-feira, 12 de julho de 2011
VARIOS ESCAMBO EM UMA TRAVESSIA OUSADA E PRAZEROSA
VÁRIOS ESCAMBOS EM UMA TRAVESSIA OUSADA E PRAZEROSA
Por Júnio Santos e Ray Lima
Ao passar por entre tudo vi[i]
Que o tudo não existe
Procurei dele fugir não pude
Fiquei alegre e triste
Adoçando a ilusão dos outros
Vou entretendo a ilusão que é minha
Nessa trilha de ilusão há ilusão
A vida abarca uma extensão infinda
Estamos em pleno mar. Arriscamo-nos no tempo incerto com a compreensão de que a maré não está para peixe, pelo menos em relação ao teatro e à cultura popular neste país, principalmente para nós do Movimento Escambo que vivemos longe das capitais e dos processos de distribuição dos parcos recursos destinados ao setor da cultura. Por isso nos deslocamos sem perder o sentido do nosso lugar, navegamos e remamos forte e em alguns momentos contra a corrente. Não é fácil. Porém, temos consciência de que devemos querer mais que as verbas restritas e insuficientes dos ministérios e das secretarias de cultura. Precisamos provocar encontros, e digo encontros que aprofundem o debate sobre os problemas da humanidade por um lado e do ser artista e praticante de arte em uma sociedade devastada pelo consumismo e por uma crise de valores gigantesca por outro. Como alimentar reflexões que nos levem a ações efetivamente coletivas capazes de mudar esse quadro desolador das políticas de migalhas, onde alguns recebem muito para fazer pouco e muitos ficam a ver navios ao pé do muro das lamentações entre seus iguais. Queremos expressar nosso descontentamento com tal conjuntura que massacra nossa arte, ao mesmo tempo em que demonstramos a alegria de ser artista e a partir de nossas práticas denunciar as mazelas do mundo e anunciar possibilidades de superação.
Despertai rueiros do Brasil! Ou tomamos as ruas e os espaços públicos ou seremos privatizados com eles, além de privados do direito de ir e vir, de criar livremente e expressar nosso sentimento de mundo.
O Escambo em Travessia tem, além da função de difundir uma experiência de duas décadas de luta, resistência cultural e reinvenção das práticas do teatro, da cenopoesia e outras formas de manifestação cultural no Nordeste do Brasil, o papel de provocar o desejo de outros grupos e movimentos a se movimentarem a partir de suas próprias forças.
Reune-se a esta função o desejo de tirar o pescoço da forca controladora e dominadora das políticas públicas impostas em forma de bolsas, consolos e editais que muitas e muitas vezes nos divide, nos oprime e nos conduz, de uma forma ou outra, a legitimar o que nunca existiu, não existe e jamais irá existir, se continuarmos a pensar da mesma forma que eles - os gestores burocratas ou burocratas gestores - nem pensam, legalizando suas ações nas instâncias desqualificadas que eles mesmos criaram.
E como podemos sair dessa esparrela? Como poderemos unir nossas forças, potencializar nossas vozes e valorizar nossos fazeres? Como pensar em agir de forma coletiva, unindo na mesma roda de diálogo gente, grupos e movimentos? Como medir nossa força, não pela quantidade de recursos ou apoios que temos ou que virá?
Nessa trajetória temos sentindo que há distância entre o que discutimos nos congressos e seminários e o que praticamos e que isso pode ser uma das causas que nos impede de maior envolvimento entre nós e nossas experiências. Nosso escambo não será medido pela quilometragem, nem pela quantidade - sempre irrisória – de recursos que captamos ou possuímos. Essa distância cruel já mora dentro de nós, esse sentimento reside na forma de organização dos grupos e movimentos fundamentadas pelas regras burocráticas, pela exigência de "mercado", pela busca de uma estética-estática pensada em gabinetes e arregimentada para espaços fechados que não chegam às ruas, distanciadas do livre movimento do teatro que já é da rua porque nasce e vive nela, com bem diz Brecht.
Navegando pelas estradas esburacadas, comendo poeira nos inúmeros "pare-siga" que encontramos, escambamos dentro e fora da Kombi sonhos, dúvidas, lamúrias, vontade de revolução e desejo de encontrar outros e outras, parecidos ou diferentes de nós, ampliar nosso leque de relações com a qualidade necessária para seguirmos lutando e defendendo o acesso à arte e a vida com dignidade para todos.
E se tem fim esse caminho torto
Não me confiei conhecer ainda
Ou minhas passadas tão curtas se fizeram
Que me foi possível atingir o porto
Mas se tal porto é ponto de partida
Ou de chegada como queira o quero
Então não chego a sair do quarto
Apenas sinto a rotação do cérebro
domingo, 10 de julho de 2011
Amanda Gurgel recusa prêmio
Os motivos de Amanda Gurgel para recusar prêmio
Natal, 02 de julho de 2011Prezado júri do 19º Prêmio PNBE,
Recebi comunicado notificando que este júri decidiu conferir-me o prêmio de 2011 na categoria Educador de Valor, "pela relevante posição a favor da dignidade humana e o amor a educação". A premiação é importante reconhecimento do movimento reivindicativo dos professores, de seu papel central no processo educativo e na vida de nosso país. A dramática situação na qual se encontra hoje a escola brasileira tem acarretado uma inédita desvalorização do trabalho docente. Os salários aviltantes, as péssimas condições de trabalho, as absurdas exigências por parte das secretarias e do Ministério da Educação fazem com que seja cada vez maior o número de professores talentosos que após um curto e angustiante período de exercício da docência exonera-se em busca de melhores condições de vida e trabalho.
Embora exista desde 1994 esta é a primeira vez que esse prêmio é destinado a uma professora comprometida com o movimento reivindicativo de sua categoria. Evidenciando suas prioridades, esse mesmo prêmio foi antes de mim destinado à Fundação Bradesco, à Fundação Victor Civita (editora Abril), ao Canal Futura (mantido pela Rede Globo) e a empresários da educação. Em categorias diferentes também foram agraciadas com ele corporações como Banco Itaú, Embraer, Natura Cosméticos, McDonald's, Brasil Telecon e Casas Bahia, bem como a políticos tradicionais como Fernando Henrique Cardoso, Pedro Simon, Gabriel Chalita e Marina Silva.
A minha luta é muito diferente dessas instituições, empresas e personalidades. Minha luta é igual a de milhares de professores da rede pública. É um combate pelo ensino público, gratuito e de qualidade, pela valorização do trabalho docente e para que 10% do Produto Interno Bruto seja destinado imediatamente para a educação. Os pressupostos dessa luta são diametralmente diferentes daqueles que norteiam o PNBE. Entidade empresarial fundada no final da década de 1980, esta manteve sempre seu compromisso com a economia de mercado. Assim como o movimento dos professores sou contrária à mercantilização do ensino e ao modelo empreendedorista defendido pelo PNBE. A educação não é uma mercadoria, mas um direito inalienável de todo ser humano. Ela não é uma atividade que possa ser gerenciada por meio de um modelo empresarial, mas um bem público que deve ser administrado de modo eficiente e sem perder de vista sua finalidade.
Oponho-me à privatização da educação, às parcerias empresa-escola e às chamadas "organizações da sociedade civil de interesse público" (Oscips), utilizadas para desobrigar o Estado de seu dever para com o ensino público. Defendo que 10% do PIB seja destinado exclusivamente para instituições educacionais estatais e gratuitas. Não quero que nenhum centavo seja dirigido para organizações que se autodenominam amigas ou parceiras da escola, mas que encaram estas apenas como uma oportunidade de marketing ou, simplesmente, de negócios e desoneração fiscal.
Por essa razão, não posso aceitar esse Prêmio. Aceitá-lo significaria renunciar a tudo por que tenho lutado desde 2001, quando ingressei em uma Universidade pública, que era gradativamente privatizada, muito embora somente dez anos depois, por força da internet, a minha voz tenha sido ouvida, ecoando a voz de milhões de trabalhadores e estudantes do Brasil inteiro que hoje compartilham comigo suas angústias históricas. Prefiro, então, recusá-lo e ficar com meus ideais, ao lado de meus companheiros e longe dos empresários da educação.
Saudações,
Professora Amanda Gurgel
Clique aqui para relembrar o depoimento-bomba da professora Amanda
terça-feira, 5 de julho de 2011
Mostra Militância Teatral na Periferia
Mostra Militância Teatral na Periferia
A arte produzida na periferia de São Paulo, abrange diversas linguagens (artes plásticas e visuais, dança, literatura, música, teatro) e se impõe como espelho da realidade contemporânea.No movimento, que se expande dia a dia, o teatro tem especial relevo tanto por sua natureza coletiva quanto pela sua capacidade estimuladora e aglutinadora de outras áreas expressivas.
A mostra Militância Teatral na Periferia propõe justamente a inclusão do centro neste que é um dos mais corajosos movimentos teatrais paulistanos dos últimos tempos.
Com curadoria de Sebastião Milaré, a mostra traz sete grupos, provenientes de diversos bairros da periferia de São Paulo, que ocuparão o TUSP de 7 a 31 de julho.
Além de apresentações de seus espetáculos, foram organizadas mesas e debates com os participantes, assim como a exibição de documentários sobre os grupos.
Os eventos e espetáculos são gratuitos e acontecem de quarta a domingo. Confira a programação completa no link.
Julho de 2011Dia 07
19h - Abertura oficial e apresentação do vídeo documentário "Pulsações Periféricas" - segundo programa da primeira temporada da série Teatro e Circunstância, realizada pelo SESCTV, com direção de Amilcar Claro e curadoria e roteiro de Sebastião Milaré.
20h - Mesa "Dramaturgia", com a participação de Adaílton Alves (Buraco d´Oráculo); Fábio Resende (Brava Companhia); Luiz Carlos Moreira (Engenho Teatral). Mediação de Ana Roxo.
Dias 08 e 09 – 20h:
Insônias de Antônio, de Danilo Monteiro, Júlia Saragoça e Luciano Carvalho. Direção de Danilo Monteiro. Com o grupo Dolores Boca Aberta Mecatrônica de Artes.
Dia 10 – 19h:
Mesa "O Espaço Teatral", primeira parte, depoimento do grupo Dolores Boca Aberta; Segunda parte, apresentação do documentário Pólen, Pólis, Política, criação coletiva do grupo Dolores Boca Aberta Mecatrônica de Artes. Terceira parte, debate sobre a transformação de áreas urbanas em "espaços teatrais", com o grupo Dolores Boca Aberta e Paulo Carvalho Júnior, do Grupo Pombas Urbanas, mediação de Amauri Falseti, da Cia. Paidéia de Teatro.
Dia 13 – 20h
Mesa "Depoimentos" com o Engenho Teatral e Trupe Artemanha de Investigação Urbana.
Dias 14 e 15 – 20 h:
Pequenas histórias que à História não contam, dramaturgia e direção de Luiz Carlos Moreira. Com o Engenho Teatral.
Dia 16 - 20h e 17 – 19h:
Brasil, quem foi que te pariu?, dramaturgia e direção de Luciano Santiago, criação coletiva da Trupe Artemanha de Investigação Urbana.
Dia 20 – 20h:
Documentário "Histórias de um Ser TÃO Ser", realização do Buraco D`Oráculo e Lona Preta.
Mesa "Depoimentos" com Buraco d´Oráculo e Brava Companhia.
Dia 21 – 20h:
A farsa do bom enganador, inspirada em A farsa do mestre Pathelin, de autor anônimo (séc. XV). Adaptação e direção de Atílio Garret. Com o grupo Buraco d´Oráculo.
Dia 22 – 20h:
Ser TÃO Ser – narrativas da outra margem. Texto em processo colaborativo do grupo. Direção de Adaílton Alves. Com o grupo Buraco d´Oráculo.
Dia 23 - 20h e 24 – 19h:
A brava, dramaturgia do Grupo. Direção de Fábio Resende. Com a Brava Companhia.
Dia 27
19 h - Apresentação dos documentários El Quijote, da Rede Latino Americana de Teatro em Comunidade; 3º Encontro Comunitário de Teatro Jovem da Cidade de São Paulo, direção de Fernando Mastrocola; Hip Hop na Cozinha do Clariô, direção de Zinho Trindade.
20h15 - Mesa "Depoimentos" com o Grupo Clariô e Pombas Urbanas.
Dias 28 e 29 – 20h:
Hospital da Gente, de Marcelino Freire. Direção de Mário Pazini. Com o Grupo Clariô de Teatro.
Dia 30 – 20h:
Histórias para serem contadas, de Osvaldo Dragún. Direção de Hugo Villavicencio. Com o grupo Pombas Urbanas.
Dia 31 – 19h:
Mingau de concreto, de Lino Rojas. Direção de Marcelo Palmares e Paulo Carvalho Jr. Com o grupo Pombas Urbanas.
domingo, 3 de julho de 2011
III ENCONTRO DE ESTUDOS TEATRAIS e 2º FÓRUM DE TEATRO DE RUA \
III ENCONTRO DE ESTUDOS TEATRAIS e 2º FÓRUM DE TEATRO DE RUA "AS FORMAS FORA DA FORMA"
Data: 04 à 08 de Julho de 2011
Local: - UNESP - Rua Dr. Bento Teobaldo Ferraz, 271 – Barra Funda
PROGRAMAÇÃO
04/07
Horário: das 9h às 12h
Mesa: O circo-teatro brasileiro.
Participantes:
· Daniel Marques da Silva (Universidade Federal da Bahia) - Benjamin de Oliveira: o palhaço negro que dançou a chula para o "Marechal de Ferro".
· Daniele Pimenta (Faculdade Integrada Coração de Jesus - FAINC, de Santo André; Cia. PICNIC) - Famílias circenses: características, glórias e percalços.
· Fernando Neves - Personagens arquetípicas do circo-teatro.
· Mario Bolognesi (Instituto de Artes da Unesp) - Apontamentos sobre a inserção do melodrama e da farsa como atração do circo.
Mediação: Lilia Nemes (mestranda em Artes Cênicas – Instituto de Artes da Unesp)
Horário: das 14h às 18h
Leituras dramáticas de fragmentos de obras do circo-teatro. Vem buscar-me que ainda sou teu, de Carlos Alberto Soffredini. Direção: Criação Coletiva. Sai, despacho!, de Benjamin de Oliveira. Direção: Criação Coletiva.
05/07
Horário: das 9h às 12h
Mesa: O teatro de revista brasileiro.
Participantes:
· Alberto Ikeda (Instituto de Artes da Unesp) – A música no espetáculo teatral híbrido.
· Alexandre Mate (Instituto de Artes da Unesp) - Apontamentos sobre o nascimento e desenvolvimento do teatro de revista no Brasil.
· Carol Bezerra - Relatos de uma atriz-cantora pela forma revisteira.
· Neyde Veneziano (Universidade Estadual de Campinas) - Convenções e estrutura do teatro de revista.
Mediação: Alan Livan (mestrando em Artes Cênicas – Instituto de Artes da Unesp)
Horário: das 14h às 18h
Leituras dramáticas e apresentações de esquetes de teatro de revista, encenados pelo grupo Tia Tralha, dirigidos por Alan Livan. Coplas e números musicais cantados por Carol Bezerra e estudantes do ensino médio.
06/07
Horário: das 9h às 12h
Mesa: O teatro de feira francês do século XVII e seus desdobramentos.
Participantes:
· João das Neves - O Centro Popular de Cultura (CPC) da União Nacional de Estudantes do Rio de Janeiro.
· José Fernando de Azevedo (Escola de Artes Dramáticas da Universidade de São Paulo) - O agitpropismo russo-soviético e a cultura proletária.
· Maria Thais (Escola de Comunicações e Artes - USP) - Os expedientes populares no teatro de Meyerhold.
· Robson Corrêa de Camargo (Universidade Federal de Goiás) - Expedientes criados pelos artistas do teatro de feira para resistir às restrições do Estado francês.
Mediação: Roberta Ninin (mestra em Artes Cênicas – Instituto de Artes da Unesp)
Horário: das 14h às 18h
Oficina de improvisação a partir de alguns temas e expedientes do teatro de feira com Lúcia Romano (Instituto de Artes da Unesp) e Marcos Francisco Nery (mestre em Artes Cênicas – Instituto de Artes da Unesp).
2º FÓRUM DE TEATRO DE RUA
07/07
Horário: das 9h às 12h
Mesa: A ocupação dos espaços públicos pelo teatro de rua brasileiro: de quem é a rua?
Participantes:
· Ana Rosa Tezza (AVE LOLA e as meninas Produções Artísticas - Curitiba)
· Hélio Fróes (Nu Escuro – Goiânia)
· Lenine Alencar (Federação de Teatro do Acre)
· Licko Turle (Núcleo Nacional de Pesquisadores de Teatro de Rua)
· Lindolfo do Amaral (Grupo Imbuaça – Sergipe)
Mediação: Adailton Alves (mestrando em Artes Cênicas – Instituto de Artes – Unesp.)
Horário: das 14h às 18h:
Rua: Ocupação e expulsão. Táticas de sobrevivência e estratégias de enfrentamento.
Participantes:
Grupos de teatro de rua de São Paulo, Santos, Sorocaba, Presidente Prudente, cidades da grande São Paulo e outros Estados.Mediação: Alexandre Falcão (mestrando em Artes Cênicas – Instituto de Artes – Unesp.)
08/07
Horário: das 9h às 12h
Mesa: "Escambos Estéticos. No entrecruzamento dos fazedores de teatro de rua".
Adaptação de texto literário para a linguagem teatral. O que determina a forma?
Participantes:
· Dorberto Carvalho - Cia. Insurgente
· Aurea Karpor - Núcleo Cênico Projetobazar
· Trupe Olho da Rua
· Cia. dOs Inventivos
Mediação: Alexandre Mate
Realização:
Instituto de Artes da UNESP
MTR/SP – Movimento de Teatro de Rua de São Paulo
NPPTR - Núcleo Paulistano de Pesquisadores de Teatro de Rua
Data: 04 à 08 de Julho de 2011
Local: - UNESP - Rua Dr. Bento Teobaldo Ferraz, 271 – Barra Funda
PROGRAMAÇÃO
04/07
Horário: das 9h às 12h
Mesa: O circo-teatro brasileiro.
Participantes:
· Daniel Marques da Silva (Universidade Federal da Bahia) - Benjamin de Oliveira: o palhaço negro que dançou a chula para o "Marechal de Ferro".
· Daniele Pimenta (Faculdade Integrada Coração de Jesus - FAINC, de Santo André; Cia. PICNIC) - Famílias circenses: características, glórias e percalços.
· Fernando Neves - Personagens arquetípicas do circo-teatro.
· Mario Bolognesi (Instituto de Artes da Unesp) - Apontamentos sobre a inserção do melodrama e da farsa como atração do circo.
Mediação: Lilia Nemes (mestranda em Artes Cênicas – Instituto de Artes da Unesp)
Horário: das 14h às 18h
Leituras dramáticas de fragmentos de obras do circo-teatro. Vem buscar-me que ainda sou teu, de Carlos Alberto Soffredini. Direção: Criação Coletiva. Sai, despacho!, de Benjamin de Oliveira. Direção: Criação Coletiva.
05/07
Horário: das 9h às 12h
Mesa: O teatro de revista brasileiro.
Participantes:
· Alberto Ikeda (Instituto de Artes da Unesp) – A música no espetáculo teatral híbrido.
· Alexandre Mate (Instituto de Artes da Unesp) - Apontamentos sobre o nascimento e desenvolvimento do teatro de revista no Brasil.
· Carol Bezerra - Relatos de uma atriz-cantora pela forma revisteira.
· Neyde Veneziano (Universidade Estadual de Campinas) - Convenções e estrutura do teatro de revista.
Mediação: Alan Livan (mestrando em Artes Cênicas – Instituto de Artes da Unesp)
Horário: das 14h às 18h
Leituras dramáticas e apresentações de esquetes de teatro de revista, encenados pelo grupo Tia Tralha, dirigidos por Alan Livan. Coplas e números musicais cantados por Carol Bezerra e estudantes do ensino médio.
06/07
Horário: das 9h às 12h
Mesa: O teatro de feira francês do século XVII e seus desdobramentos.
Participantes:
· João das Neves - O Centro Popular de Cultura (CPC) da União Nacional de Estudantes do Rio de Janeiro.
· José Fernando de Azevedo (Escola de Artes Dramáticas da Universidade de São Paulo) - O agitpropismo russo-soviético e a cultura proletária.
· Maria Thais (Escola de Comunicações e Artes - USP) - Os expedientes populares no teatro de Meyerhold.
· Robson Corrêa de Camargo (Universidade Federal de Goiás) - Expedientes criados pelos artistas do teatro de feira para resistir às restrições do Estado francês.
Mediação: Roberta Ninin (mestra em Artes Cênicas – Instituto de Artes da Unesp)
Horário: das 14h às 18h
Oficina de improvisação a partir de alguns temas e expedientes do teatro de feira com Lúcia Romano (Instituto de Artes da Unesp) e Marcos Francisco Nery (mestre em Artes Cênicas – Instituto de Artes da Unesp).
2º FÓRUM DE TEATRO DE RUA
07/07
Horário: das 9h às 12h
Mesa: A ocupação dos espaços públicos pelo teatro de rua brasileiro: de quem é a rua?
Participantes:
· Ana Rosa Tezza (AVE LOLA e as meninas Produções Artísticas - Curitiba)
· Hélio Fróes (Nu Escuro – Goiânia)
· Lenine Alencar (Federação de Teatro do Acre)
· Licko Turle (Núcleo Nacional de Pesquisadores de Teatro de Rua)
· Lindolfo do Amaral (Grupo Imbuaça – Sergipe)
Mediação: Adailton Alves (mestrando em Artes Cênicas – Instituto de Artes – Unesp.)
Horário: das 14h às 18h:
Rua: Ocupação e expulsão. Táticas de sobrevivência e estratégias de enfrentamento.
Participantes:
Grupos de teatro de rua de São Paulo, Santos, Sorocaba, Presidente Prudente, cidades da grande São Paulo e outros Estados.Mediação: Alexandre Falcão (mestrando em Artes Cênicas – Instituto de Artes – Unesp.)
08/07
Horário: das 9h às 12h
Mesa: "Escambos Estéticos. No entrecruzamento dos fazedores de teatro de rua".
Adaptação de texto literário para a linguagem teatral. O que determina a forma?
Participantes:
· Dorberto Carvalho - Cia. Insurgente
· Aurea Karpor - Núcleo Cênico Projetobazar
· Trupe Olho da Rua
· Cia. dOs Inventivos
Mediação: Alexandre Mate
Realização:
Instituto de Artes da UNESP
MTR/SP – Movimento de Teatro de Rua de São Paulo
NPPTR - Núcleo Paulistano de Pesquisadores de Teatro de Rua
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