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segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Proposta de Lei proíbe o cerceamento dos artistas de rua


Proposta proíbe cerceamento do trabalho dos artistas de rua

Brizza Cavalcante
Vicente Candido
Vicente Candido quer dar segurança aos artistas de rua.
A Câmara analisa o Projeto de Lei 1096/11, do deputado Vicente Candido (PT-SP), que equipara, para fins legais, a arte de rua a todas as outras modalidades artísticas e proíbe autoridades federais, estaduais e municipais de estabelecer qualquer tipo de cerceamento da atividade dos artistas que trabalham em cruzamentos ou semáforos.
Segundo a proposta, o artista de rua é livre para pedir e receber contribuição espontânea de transeuntes e também pode vestir roupas com mensagem comercial de empresas patrocinadoras do seu trabalho.
"Não são poucos os exemplos de violência contra artistas, particularmente os de rua. Se o projeto for aprovado, todos eles passarão a ter a certeza e a segurança de que poderão exercer seu trabalho e obter sua retribuição financeira sem medo e sem limitações", afirma Vicente Candido.
Regras gerais
O texto também estabelece normas gerais sobre a cultura e suas modalidades de manifestação, obedecendo ao item constitucional que determina que lei federal estabelecerá regras gerais para o setor, com o objetivo de evitar o tratamento diferenciado do assunto em diferentes localidades no País.
Segundo o projeto, o termo cultura abrange as manifestações artísticas em geral, realizadas em espaço fechado ou aberto, privado ou público, em veículo aberto ou nas ruas e praças públicas, com ingresso pago, gratuito ou com remuneração espontânea ao artista a título de doação após ou durante a encenação. Integram a categoria as artes cênicas, circenses, marciais e plásticas, as apresentações musicais, a dança, as lutas de exibição, a poesia e as manifestações de artistas de rua, que não poderão ser censuradas pelas autoridades públicas.
O projeto assegura ainda aos artistas o direito de reunião pacífica, a liberdade de associação para fins lícitos e a constituição de cooperativas, independentemente de autorização e vedada a interferência estatal no seu funcionamento.
Tramitação
A proposta tramita em caráter conclusivo e será analisada pelas comissões de Educação e Cultura; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Fonte: http://www2.camara.gov.br/agencia/noticias/EDUCACAO-E-CULTURA/202266-PROPOSTA-PROIBE-CERCEAMENTO-DO-TRABALHO-DOS-ARTISTAS-DE-RUA.html 

sábado, 10 de setembro de 2011

Programação de setembro-2011

Nesse mês estaremos recebendo o grupo colombiano Luz de Luna e a Fraternal de Artes e Malas-Artes em nosso circuito Re-Praça.

Toda a programação é gratuita!

Ajude-nos a divulgar e compareçam!

Adailton Alves (11) 8188-3670 www.buracodoraculo.blogspot.com www.buracodoraculo.com.br Ser TÃO Ser http://www.youtube.com/watch?v=WWUdVd4s9u0 A Farsa do Bom Enganador http://www.youtube.com/watch?v=zduuG6HKNJU


sexta-feira, 9 de setembro de 2011

FETAC com nova Diretoria


Federação Acreana de Teatro elege nova diretoria em Congresso
A Federação de Teatro do Acre – FETAC realizou nos dias 27 e 28 de agosto de 2011, o X Congresso Acreano de Teatro, no Teatro de Arena do SESC. O evento contou com a participação dos diversos grupos filiados a Entidade, além de professores e alunos do curso de Artes Cênicas e da Usina de Arte João Donato, que totalizaram 96 pessoas trabalhadoras do teatro no Acre. O Congresso da FETAC tem como objetivo traçar as ações dos Trabalhadores de Teatro para os próximos dois anos, debater e encaminhar propostas para gestão pública de cultura voltada para o teatro e eleger a nova Diretoria Executiva da FETAC para o Biênio 2011/2013.
Por unanimidade, a chapa encabeçada pelo diretor e ativista cultural Lenine Alencar e Dinho Gonçalves, o conhecido Tenorino, foi eleita durante o pleito. Para Alencar a primeira missão da nova gestão será mostrar que a Federação está ativa e pronta para lutar pela valorização da cena cultural acreana. "A FETAC está viva e não vai descansar enquanto os trabalhadores de teatro do Acre não tiverem seu valor verdadeiramente reconhecido pelo Poder Público, mas principalmente enquanto as Organizações representativas do Movimento Cultural não forem respeitadas e tidas como mola propulsora de ações revolucionárias de transformação social e cultural dos Acreanos".
 Os dois dias de Congresso também foram marcados pelo intenso debate sobre propostas de Políticas Públicas Culturais, principalmente para o teatro, que o movimento teatral acreano elaborou, para que a FETAC leve como reivindicação aos Poderes Executivos, Municipal, Estadual e Federal.  Entre elas, a adoção de medidas que garantam Comissões de Seleção de Projetos de Editais Públicos para a Cultura, plenamente formadas pela sociedade Civil. "Estas Comissões devem possuir capacidade em Gestão de Projetos, o que não tem acontecido até o momento, pois não temos conhecimento que os atuais gestores de cultura que participam das Comissões tenham alguma experiência para estes fins. As pessoas que as compõem devem ter currículo que legitimem os julgadores de projetos", segundo Lenine.
Foram ainda aprovadas Moções: Moção de Apoio a nova gestão da Usina de Arte João Donato, que ao contrário da anterior, se mostra aberta ao diálogo com a comunidade artística local; Moção de Agradecimento a Fundação Elias Mansour pelo apoio a realização do X CAT - Congresso Acreano de Teatro; Carta de Repúdio a política Cultural gerida pela Fundação Garibaldi Brasil, que será elaborada e aprovada pelo Conselho Diretor da FETAC e divulgado posteriormente; Moção de Repúdio ao governo do Estado do Acre por não regulamentar a Lei do Sistema Estadual de Cultura até o momento, inviabilizando assim, o lançamento dos editais do Fundo Estadual de Cultura - FUNCULTURA e do Pré-Cult; Moção de Agradecimento aos Professores, Alunos e Coordenadores do Curso de Artes Cênicas da UFAC e de Teatro da Usina de Artes João Donato pela participação e contribuição ao Décimo Congresso Acreano de Teatro.
O próximo passo da FETAC é a realização do VI FESTAC – Festival de Teatro do Acre, que terá a participação de Grupos e Companhias de Teatro do RS, RJ, SP, BA, RO, AM, PR, GO, DF, MT, MG, AC, entre outros Estados que estão sendo convidados. O FESTAC acontece de 14 a 21 de janeiro de 2012 aqui em Rio Branco.
Até lá alguns projetos de formação e circulação de espetáculos estão sendo estudados e elaborados pela atual gestão da FETAC, que no primeiro dia após o Congresso já colocou a mão na massa e garante que com a participação coletiva dos Trabalhadores de Teatro, sejam eles Atores, Diretores, Técnicos, Estudantes, Professores e produtores farão dessa gestão ações de inovação, criatividade e fortalecimento do teatro no Acre.
A DIRETORIA
Lenine Alencar – Presidente
Dinho Gonçalves – Vice Presidente
Marcos Areal – Secretário
Luiz Carlos – 2º Secretário
Marques Alves – Tesoureiro
Geovane Roger – 2º Tesoureiro

Yuri Marcel

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

Um projeto de cultura para o país

Um projeto de cultura para o país

O MINC QUE FALA GROSSO COM OS POBRES E FALA FINO COM OS RICOS

O MINC QUE FALA GROSSO COM OS POBRES E FALA FINO COM OS RICOS
Por Carlos Henrique Machado Freitas
A triunfalista Ministra da Cultura, Ana de Holanda, ganha do valor econômico, em mais uma desastrosa entrevista, a etiqueta de "Menos show e mais ação". E partiu mesmo para a ação de criminalizar cinicamente os pontos de cultura e defender vergonhosamente o Ecad e a Lei Rouanet.
Até aí nada de novo. Sob seu comando, o MinC, em oito meses de permanente crise, promoveu um desastre contra as classes sociais menos favorecidas e colocou os ricos no olimpo. Mas a Ministra na entrevista deu também um show de soberba e, ao mais puro estilo "comigo ninguém pode" fez seu primeiro arroto real sentada no trono, dizendo não temer a travessa das bananas, pois muitos que declararam guerra a ela, juravam que sua gestão não passaria das festas de São João, tripudia do alto de sua onipotência.
Durante a entrevista, a Ministra, de boca cheia, fala de sua tipoia, a Secretaria da Economia Criativa, mesmo que ninguém, nem mesmo a sua secretária Claudia Leitão tenha noção do que a Ministra exclama como augusta obra-prima em seu cenário de papelão já surrado até mesmo nos bastidores da política nacional. O Ministério da Cultura tem se revelado um fiasco tão grande que até seus canzarrões não levam mais a majestade ao pé da letra. Mas ela põe uma estrela na porta de seu camarim, suspira e segue saltitante na entrevista, "o apoio do mundo da cultura foi praticamente total". Upa!
Ocorre que Ana de Hollanda criou um império de normas que dá cada vez mais força ao papel dominante das normas privadas na esfera pública. Isso mais do que desnorteou a atmosfera cultural do Brasil, produziu insegurança e medo de que a politização da cultura se generalize com rapidez, além de outros processos negativos em diversos níveis do governo. E é neste momento que nas plenárias a presença de Ana se torna um processo distorcido. Coincidência ou não, já se tornou tradição o distanciamento do Palácio do Planaldo da imagem da Ministra. Na realidade é péssimo para a visibilidade de Dilma posar ao lado de Ana de Hollanda. E num típico fenômeno de quem não tem remédio, Ana praticamente não se encontrou com a Presidente Dilma, jamais esteve em seu gabinete para uma reunião, no máximo, chegou à Casa Civil.
Na verdade ninguém no governo quer levá-la a sério tamanha dificuldade que suas ações têm provocado com seus desequilíbrios e distorções na forma de agir na base estrutural do Ministério da Cultura. O MinC hoje mudou negativamente a paisagem geopolítica do governo Dilma. Preocupada em acomodar a fidalguia do Ecad e os Rouantes, institutos, fundações e os captadores corporativos associados, Ana, dentro do governo, virou macaco em loja de louça. Ninguém atura mais seu apelo exagerado de auto-piedade. Ela consegue o impossível a ponto de ser quase unanimidade negativa no território de nossa cultura.
Não há, portanto, a menor hipótese do seu vergonhoso sentimentalismo reverter essa pantomima de aforismos. A realidade é que todos estão cansados do niilismo original que se transformou em espetáculo de absurdos em um MinC contemplativo e redentor do mercado. É comum Ana ser considerada simplesmente como uma figura inventada na política, até porque jamais procurou inserir um pensamento humano que desse sentido à sua genealogia moral. Ana trabalha fortemente pelo poder dominante, é aí que ela aparece forte e contundente, sobretudo quando não aceita sob qualquer hipótese que o Ecad seja fiscalizado pelo Estado e, na entrevista, solta esta pérola de cinismo. "Não houve mudança. Eu nunca falei a palavra "fiscalizador" e continuo não falando".
O fato é que, além dos cordeiros, e as aves de rapina que arrebatam milhões de recursos públicos via Lei Rouanet, não existe uma pessoa que não combata hoje esta "dourada vitória" da Minista sobre a cultura do povo brasileiro. Ela já nem disfarça mais que seu objetivo é, além de lutar para que os poderosos retomem a luz dentro do MinC, é sobretudo, criminalizar e isolar os pontos de cultura. E aproveita o ensejo para atacar milhões de brasileiros envolvidos com o Cultura Viva. "Se for para o Estado se tornar paternalista e assistencialista, eu sou contra. É preciso buscar formas de independência da ajudinha do governo."
Não podemos sequer dizer que Ana mercantiliza a cultura. Quando olhamos através do espelho do MinC, podemos dizer com consciência tranquila que Ana mercantilizou os aportes públicos justamente onde lhe convém, dando aos porcos da captação, os sutis iluminados do capitalismo cultural, o atrativo maior de suas vidas, milhões de recursos públicos. Portanto, agora, onde teceu um tratado com as trevas, a Ministra continua preparando as festas das "bodas de marfim" dos elefantes de ouro, institutos e fundações erguidos e sustentados com dinheiro público via Rouanet.
Na entrevista da Ministra ao Valor Econômico, o que não deixou dúvidas é que ela não pretende deixar qualquer lacuna entre o poder dominante e o MinC. E assim permitir que o ideal ascético domine a atmosfera cultural do Brasil. Igualmente, no entanto, a índole da Ministra deixa claro que todas as modificações ébrias para destruir as bases sociais da cultura brasileira serão tratadas como um sistema prioritário e, portanto, a marginalização e a aplicação metódica de penitências aos Pontos de Cultura serão sempre objeto de uma prudente preocupação de sua gestão.


fonte: http://www.trezentos.blog.br/?p=6316

sábado, 3 de setembro de 2011

CONVITE GRITO DAS/DOS EXCLUÍDAS/OS 2011



CONVITE GRITO DAS/DOS EXCLUÍDAS/OS



A Central de Movimentos Populares (CMP-SP), em conjunto com outras entidades, convida a todos e todas para o GRITO DAS/DOS EXCLUÍDAS/OS, no dia 07 de setembro de 2011.

Concentração às 09:30h, na Praça Osvaldo Cruz (Avenida Paulista), depois passeata pela Avenida Brigadeiro Luiz Antonio até o Parque Ibirapuera (Monumento  das Bandeiras)

Vamos à Luta!
Contra a Exclusão Social, Contra a Criminalização dos Movimentos Sociais, pelos Direitos Sociais, em Defesa das Políticas Públicas com Participação Popular, Pela Redução da Jornada de Trabalho sem Redução de Salário, Contra a Precarização do Trabalho.  
CMP, CUT, SINDSEP, União dos Movimentos de Moradia, Frente de Luta por Moradia, Marcha Mundial de Mulheres, Movimento Nacional de Luta por Moradia.

Vida em primeiro lugar! 
Pela vida grita a TERRA... Por direitos, todos nós!!

A Central de Movimentos Populares - CMP, a Central Única dos Trabalhadores – CUT, a União dos Movimentos de Moradia de São Paulo - UMM, a Frente de Luta Pela Moradia – FLM, o Movimento Nacional de Luta pela Moradia – MNLM, a Marcha Mundial das Mulheres, os Sindicatos dos Servidores Municipais de São Paulo, e outras Entidades de luta dos Trabalhadores/as, e do conjunto dos diversos Movimentos Populares de Saúde, Moradia, Criança e Adolescente, Negritude, Mulheres, LGBTTs, entre outros, estão nas ruas neste dia do Grito dos Excluídos e Excluídas 2011, para Gritar: Vida em primeiro lugar! Pela vida grita a TERRA... Por direitos, todos nós.

Exigir mais recursos para as políticas sociais, melhores condições de trabalho e salários, e ainda, lutar contra a criminalização dos movimentos sociais e da pobreza e contra a homofobia, o racismo, toda forma de intolerância social e pelos direitos às tarifas sociais nos serviços essenciais.

O mundo está assistindo as massivas mobilizações sociais em Londres, na Espanha, na Grécia, no Chile, e nos diversos países do Oriente Médio, combinada com uma fortíssima repressão policial e massacres às manifestações pacíficas. Em Londres, jovens estão sendo presos e condenados por convocar manifestações pela internet. 

No Brasil o nosso grande embate é contra a violência, contra a pobreza, contra as remoções e a violação ao direito à moradia e à cidade, causados especialmente pelos mega projetos urbanos em função da Copa do Mundo de 2014, que vem colocando nas ruas milhares de pessoas nas cidades sedes,  em detrimento da especulação imobiliária e do lucro das grandes corporações.

Estamos gritando também em defesa da reforma urbana e agrária, em defesa do meio ambiente, contra a privatização do Sistema Único de Saúde – SUS-, contra a corrupção e apoiamos todas as medidas anticorrupção que visem moralizar a administração publica no âmbito  federal.

Estamos também nas ruas para denunciar a onda de criminalização contra os movimentos sociais e a pobreza, que visa intimidar e reprimir a atuação de lideranças dos movimentos sociais. O exemplo disso, é que existem, centenas de lideranças processadas ou criminalizadas ou mesmo sendo assassinadas em função de sua luta e defesa dos direitos humanos.

Outros temas que merecem o nosso grito e repúdio são: a homofobia, a intolerância social e a violência contra as mulheres. Os noticiários dão conta, que mais de 40% das mulheres afirmam já terem sofrido algum tipo de violência, estes números devem ser muito maiores, considerando que a cada 15 segundos uma mulher é vítima de violência em nosso país. Exigimos a aplicação da Lei Maria da Penha e a urgente implantação de políticas públicas para as mulheres.  

Com relação à homofobia, no ano de 2010, mais de 260 pessoas foram mortas em decorrência de ataques contra LGBTTs, o que demonstra um aumento do preconceito e da escalada de ódio contra este seguimento da população. Exigimos o fim da violência!

Queremos ainda neste dia 07 de setembro de 2011, afirmar nosso apoio à luta da População em Situação de Rua, dos Idosos/as, das Pessoas com Deficiência, que lutam por cidades justas e acessíveis, e que defendem a Vida em Primeiro Lugar!! Neste momento que ... Pela vida grita a Terra... Por direitos todos nós!!! 

São Paulo, 07 de Setembro de 2011.
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Marcha-SP mailing list
Marcha-SP@listes.marchemondiale.org
http://listes.marchemondiale.org/listinfo/marcha-sp

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

REDE BRASILEIRA DE TEATRO DE RUA - MOÇÃO DE APOIO AOS ARTISTAS DE CALLE DA COLOMBIA



REDE BRASILEIRA DE TEATRO DE RUA - MOÇÃO DE APOIO


Nós,  artistas de rua e grupos de teatro da "REDE BRASILEIRA DE TEATRO DE RUA", apoiamos, de forma incondicional, nossos HERMANOS DE TEATRO, ARTISTAS CALLEJEROS de Bogotá, Colômbia, contra las mordaças y ameaças que las Aguilas Negras tentam, com su vuelo raso y sujo, oprimir y calar la ARTE DE RUA, EL TEATRO, de EXPRESSAR la VIDA, o AMOR  y la ESPERANZA de nuestros POVOS LATINOAMERICANOS.

De nossas ruas, plazas, parques, barrios perifericos, GRITAMOS com toda nossa FORÇA contra todas las formas de opressão y ditaduras! Contra todos aquellos que tentan sufoca, la VOZ DE LA CALLE y nos quitar los SUEÑOS, A POESIA, a IMAGINAÇÃO, por la fuerza  y la violencia. GRITAMOS  por uma AMERICA LATINA LIVRE, MULTICULTURAL, MISCIGENADA Y SEM FRONTEIRAS.

GRITAMOS TODOS JUNTOS:

NUESTRA PATRIA ES EL TEATRO!!!

NOSSA PATRIA É O TEATRO!!!

VIVA  O TEATRO DE RUA!!!

VIVA EL TEATRO DE CALLE!!!

VIVA!VIVA!VIVA!